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Dívida líquida do setor público

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Dívida líquida do setor público - de FHC ao final do governo Lula

Este gráfico mostra como o Governo Lula pegou a “herança maldita” da dívida líquida do setor público, em 2002, com 51,3% do PIB.

Pelo movimento inercial do desastre que foi o governo FHC, a dívida atingiu 53,5% do PIB.

Após vencer o movimento inercial do desgoverno FHC, a dívida líquida do setor público não parou de cair.

Estava em 37,3% do PIB, em 2008, quando veio a crise mundial. Subiu a 43,0% em 2009.

A previsão é de que atinja 40,0% em 2010.

Fonte: Balanço de 3 anos do PAC – Abertura

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Written by augustodafonseca13

1 de março de 2010 às 18:54

19 Respostas

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  1. Augusto, excelente, gráficos assim são mais fáceis de ler. Melhor ainda se mostrar que nos 8 anos de FHC, essa dívida saiu de 24% do PIB para esses patamares elevados acima de 50%, levando o Brasil a uma situação insustentável semelhante à vivida atualmente pelos países periféricos da Europa, tal como Grécia, Itália, Irlanda e a Lituânia também.

    Sergio Telles

    2 de março de 2010 at 6:29

  2. E a ainda a maior crítica dos PSDBistas é a divida pública, que por ironia era bem pior na era FHC.

    thiago

    8 de março de 2010 at 23:11

  3. […] Mas Lula fez muito mais do que isso. A inflação não voltou: as taxas de inflação foram mantidas, entre 2003 e 2008, num patamar inferior ao do governo anterior. E com uma diferença: a estagnação econômica foi substituída por taxas de crescimento econômico bem maiores, com redução da dívida pública. […]

  4. […] Mas Lula fez muito mais do que isso. A inflação não voltou: as taxas de inflação foram mantidas, entre 2003 e 2008, num patamar inferior ao do governo anterior. E com uma diferença: a estagnação econômica foi substituída por taxas de crescimento econômico bem maiores, com redução da dívida pública. […]

  5. […] Mas Lula fez muito mais do que isso. A inflação não voltou: as taxas de inflação foram mantidas, entre 2003 e 2008, num patamar inferior ao do governo anterior. E com uma diferença: a estagnação econômica foi substituída por taxas de crescimento econômico bem maiores, com redução da dívida pública. […]

    Persuasão | Blog dos Perrusi

    19 de outubro de 2010 at 9:58

  6. […] Mas Lula fez muito mais do que isso. A inflação não voltou: as taxas de inflação foram mantidas, entre 2003 e 2008, num patamar inferior ao do governo anterior. E com uma diferença: a estagnação econômica foi substituída por taxas de crescimento econômico bem maiores, com redução da dívida pública. […]

  7. […] Mas Lula fez muito mais do que isso. A inflação não voltou: as taxas de inflação foram mantidas, entre 2003 e 2008, num patamar inferior ao do governo anterior. E com uma diferença: a estagnação econômica foi substituída por taxas de crescimento econômico bem maiores, com redução da dívida pública. […]

  8. […] Mas Lula fez muito mais do que isso. A inflação não voltou: as taxas de inflação foram mantidas, entre 2003 e 2008, num patamar inferior ao do governo anterior. E com uma diferença: a estagnação econômica foi substituída por taxas de crescimento econômico bem maiores, com redução da dívida pública. […]

  9. […] Mas Lula fez muito mais do que isso. A inflação não voltou: as taxas de inflação foram mantidas, entre 2003 e 2008, num patamar inferior ao do governo anterior. E com uma diferença: a estagnação econômica foi substituída por taxas de crescimento econômico bem maiores, com redução da dívida pública. […]

  10. […] Mas Lula fez muito mais do que isso. A inflação não voltou: as taxas de inflação foram mantidas, entre 2003 e 2008, num patamar inferior ao do governo anterior. E com uma diferença: a estagnação econômica foi substituída por taxas de crescimento econômico bem maiores, com redução da dívida pública. […]

  11. Isso e uma lavagem cerebral!!!!! Poupe-me esse pais vai afundar com essa terrorista!!!!

    ROBERTO

    20 de outubro de 2010 at 20:22

  12. […] a estagnação econômica foi substituída por taxas de crescimento econômico bem maiores, com redução da dívida pública. A alta do preço das commodities no mercado externo favoreceu esse quadro (reduzindo a […]

  13. […] Mas Lula fez muito mais do que isso. A inflação não voltou: as taxas de inflação foram mantidas, entre 2003 e 2008, num patamar inferior ao do governo anterior. E com uma diferença: a estagnação econômica foi substituída por taxas de crescimento econômico bem maiores, com redução da dívida pública. […]

  14. […] Mas Lula fez muito mais do que isso. A inflação não voltou: as taxas de inflação foram mantidas, entre 2003 e 2008, num patamar inferior ao do governo anterior. E com uma diferença: a estagnação econômica foi substituída por taxas de crescimento econômico bem maiores, com redução da dívida pública. […]

  15. […] Mas Lula fez muito mais do que isso. A inflação não voltou: as taxas de inflação foram mantidas, entre 2003 e 2008, num patamar inferior ao do governo anterior. E com uma diferença: a estagnação econômica foi substituída por taxas de crescimento econômico bem maiores, com redução da dívida pública. […]

  16. […] nesses números, porque tanto o governo quanto os mais desavisados, acabam fixando os olhos apenas nos dados Dívida Líquida Pública em relação ao PIB, essa vem paulatinamente diminuindo. A pergunta […]


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